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"O Policiamento Comunitário não pode se tornar Policiamento Ostensivo", ressalta Lindenmeyer

Publicado 15/10/2017

A comunidade rio-grandina tem demonstrado preocupação com os rumos do policiamento comunitário em Rio Grande. Em vídeo publicado em uma rede social, o Chefe do Executivo expressou este sentimento e reforçou a posição da Prefeitura Municipal na defesa, no fortalecimento e na preservação do projeto inaugurado em dezembro de 2013, a partir de um convênio entre o Executivo e o Estado, firmado na então gestão Tarso Genro.

Segundo ele, um dos pilares deste convênio, a residência do policial no bairro onde atua, não está sendo respeitado pelo Governo do Estado. “Entendemos que o policiamento comunitário não pode perder a sua identidade e a sua principal característica, que é a presença do policial na comunidade, conhecendo as demandas da população e atuando como um agente de segurança e de cidadania”, disse.

Nos últimos dois anos, aproximadamente 130 policiais se aposentaram em Rio Grande, ocorrendo a reposição de apenas 10 por parte do Estado. Destes, 4 foram removidos para outros municípios e 4 concluíram o tempo de serviço necessário para a aposentadoria, restando apenas 2. “A pauta prioritária é a reposição destes policiais. Mais do que isso: o aumento do efetivo, haja vista as dimensões e a demanda da área da segurança pública no nosso município”, ressaltou o prefeito.

Para Lindenmeyer, o déficit de efetivo e a inércia do Estado na reposição destes servidores podem descaracterizar e até colocar um ponto final em um projeto tão bem aceito e já consolidado na comunidade rio-grandina, que é o policiamento comunitário.  “Embora segurança pública seja dever do Estado, nós, enquanto município, além de outras ações e projetos na respectiva área, concedemos com uma bolsa-auxílio de R$ 800 para que o policial resida nos núcleos. Acreditamos nessa relação cidadã entre o policial e a comunidade para a prevenção e o combate à criminalidade. O policiamento comunitário não pode se tornar policiamento ostensivo, o que, na prática, já está ocorrendo”, salientou.

O Executivo Municipal reforça o apoio aos 14 núcleos existentes, aos servidores que atuam em cada unidade e reitera o pleito para que sejam instalados dois novos núcleos no interior do município, nas localidades do Povo Novo e da Vila da Quinta, aprovados há mais de dois anos e que ainda não foram instalados pelo Estado.

Fonte: Assesssoria de Comunicação/PMRG

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